Vivendo como garças

Um bom amigo que faz parte comigo do Ministério de Fé e política na arquidiocese de Curitiba me enviou via celular esta mensagem: “Temos que pedir a Deus a Graça de vivermos como as garças, pois elas vivem na lama mas não sujam suas vestes”.

De fato, não é fácil estar na política. Ela deveria ser algo tranquilo e quem dela participa deveria assumir com honra, moral, ética e dignidade. Voltando à questão das garças, não é que a política seja errada ou que a política suja as pessoas. São homens sujos que sujam a política e fazem deste Dom precioso um lamaçal!

“A ética da política não pode ser diferente da ética da vida pessoal. E além de observar os princípios gerais, como não matar ou não roubar, o político deve mostrar ao povo que o elegeu sua capacidade de defender o bem comum, e o bem estar de toda a sociedade, sem se preocupar com o simples exercício do poder. Além de não distinguir, de qualquer forma, os demais membros da sociedade, deve ser capaz de mostrar à esses membros que assume a responsabilidade pela consecução deste objetivo. Exerce assim, o que se convencionou chamar da “ética da responsabilidade”.”

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