Fazemos o que falamos ou falamos o que fazemos?

“Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés. Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não fazeis como eles, pois dizem e não fazem”. Certamente Jesus falou isto com muita tristeza. Em outro momento Jesus ainda disse que os fariseus e escribas “faziam todas as suas ações para serem vistos pelos homens”. Este conflito entre Jesus e os fariseus e escribas era muito grande, pois Jesus os questionava até que ponto os atos externos transformavam o coração deles, pois de fato não transformavam.

Verdadeiramente, ninguém está livre dos dois grandes  males que que atingiam os fariseus e escribas: O Primeiro, falavam mas não faziam e o segundo, O que faziam era para serem vistos pelas pessoas.

A primeira pessoa que precisa mudar diante de uma Palavra de Deus sou eu. Existe uma máxima que diz: “Comigo a máxima exigência, com o outro a máxima misericórdia”. A Palavra por mim falada só vai produzir efeito, quando antes de sair da minha boca estiver sendo vivida.

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