Depois que Jesus ressuscitou Lázaro, “Os pontífices e os fariseus convocaram o conselho e disseram: Que faremos? Esse homem(Jesus) multiplica os milagres. Se o deixarmos proceder assim, todos crerão nele, e os romanos virão e arruinarão a nossa cidade e toda a nação. Um deles, chamado Caifás, que era o sumo sacerdote daquele ano, disse-lhes: Vós não entendeis nada! Nem considerais que vos convém que morra um só homem pelo povo, e que não pereça toda a nação”.

Veja bem o que disse o sacerdote Caifás: Vós não entendeis nada! Nem considerais que vos convém que morra um só homem pelo povo, e que não pereça toda a nação”. Caifás falou isso por dois motivos: Primeiro, porque os Romanos iriam reprimir com força toda e qualquer revolta do povo, que estava proclamando Jesus como Rei e depois, como era sumo sacerdote, profetizou. Sim, profetizou a morte de Jesus por todos; pois de fato, Jesus deu Sua vida. Um só homem morreu para salvar toda humanidade. Jesus quis que fosse assim, ofereceu-Se…

Costumo dizer que, como foi com Jesus, no nosso dia a dia, “alguém tem que morrer” também. Em um momento de desentendimento, se uma das partes não decide por silenciar, por literalmente “morrer”, a situação pode ficar complicada demais. Quantas pessoas que eram amigas e deixaram de se falar por causa de opiniões diferentes? Até mesmo crimes acontecem por conta de discussões… E isto acontece porque ninguém quer ceder, ninguém quer “morrer”. Tenhamos a certeza de que, quando cedemos, quando “morremos” para a nossa vontade e esperamos a hora certa de falar, somos os vencedores; porque nestes momentos é o amor quem nos governa e não a ira. Jesus salvou a humanidade porque foi conduzido pelo amor ao Pai e à humanidade e não pela ira diante da maldade dos fariseus.

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