“Naqueles dias, Pedro e João subiram ao Templo para a oração das três horas da tarde. Então trouxeram um homem, coxo de nascença, que costumavam colocar todos os dias na porta do Templo, chamada Formosa, a fim de que pedisse esmolas aos que entravam.
Quando viu Pedro e João entrando no Templo, o homem pediu uma esmola. Os dois olharam bem para ele e Pedro disse: “Olha para nós!” O homem fitou neles o olhar, esperando receber alguma coisa. Pedro então lhe disse: “Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda!

A necessidade daquele homem era ser curado fisicamente. Porém, ele ficava todos os dias pedindo esmolas. Ao ver Pedro, ele implora uma esmola, ao que este, fitando os olhos diz: “Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou…”. O que fez Pedro saber qual de fato era a necessidade do homem? A resposta está no início da leitura: “Pedro e João subiram ao Templo para a oração das três horas da tarde”. Foi por causa da oração, do contato com Deus que Pedro tinha. Quando estamos em Deus, percebemos o que de fato, as pessoas precisam e lhes damos.

É preciso dar a coisa certa para a pessoa certa. A vida nos permite encontrar pessoas. Temos relacionamentos em casa, no trabalho, na escola, na faculdade. E cada pessoa não aparece por acaso. E quando aparecem em nossas vidas, precisamos como Pedro, dar o que precisam. Alguns precisam de amor, de atenção, de carinho, de saúde, de dinheiro, de sorriso…

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