Quem faz o que tem que ser feito não se sente derrotado…

Subiu Moisés das planícies de Moab ao monte Nebo, ao cimo do Fasga, defronte de Jericó. O Senhor mostrou-lhe toda a terra, desde Galaad até Dá, todo o Neftali, a terra de Efraim e de Manassés, todo o território de Judá até o mar ocidental, o Negeb, a planície do Jordão, o vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Segor. O Senhor disse-lhe: Eis a terra que jurei a Abraão, a Isaac e a Jacó dar à sua posteridade. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela. E Moisés, o servo do Senhor, morreu ali na terra de Moab, como o Senhor decidira“.

Acima está narrado o fim da vida de Moisés. Este texto você confere no livro do Deuteronômio, capítulo 34, versículos de 1 a 5. Veja, que coisa interessante: Moisés foi escolhido por Deus para libertar o Seu povo da escravidão do Egito. Moisés falava face a face com Deus. Falava sempre com Deus. “Brigava” com Deus por aquele povo e Deus sempre o atendia. Mas na hora de entrar na “Terra prometida”, Deus mostra-lhe a “Terra prometida” e lhe diz: “Eis a terra que jurei a Abraão, a Isaac e a Jacó dar à sua posteridade. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela”. E aquele homem que estava sempre a falar com Deus silencia e acolhe, sem discutir, sem questionar, sem se revoltar: E Moisés, o servo do Senhor, morreu ali na terra de Moab, como o Senhor decidira”.

A atitude de Moisés não foi de revolta contra Deus porque ele estava resolvido. A missão dele foi libertar o povo e ele o fez. Quando a gente faz o que tem que ser feito não sente inveja nem ciúme de ninguém; não se sente derrotado quem faz o que tem que ser feito, ainda que o resultado não seja como se esperou. Às vezes é assim: Uns semeiam, alguns plantam, outros colhem…

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