Uma pesquisa que será divulgada nos próximos dias pelo IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que dinheiro deve trazer, sim, felicidade. Numa escala de zero a dez, a nota média para a satisfação com a vida de quem recebe mais de dez salários-mínimos é 8,4, contra 6,5 de quem sobrevive com o mínimo. A nota dos sem-renda é de apenas 3,7. A pesquisa do IPEA, coordenada por Marcelo Neri, mostra ainda que a nota média de felicidade brasileira hoje é 7.1. O resultado situa o país em 16º lugar entre 147 nações. Há dois anos, a felicidade geral do Brasil era de 6,8. Apesar de pobre, mas com renda em crescimento há uma década, a região mais feliz do país é o Nordeste, com nota média de 7,4. Se fosse um país a região estaria em 9º lugar no ranking global. Um degrau acima da Finlândia e um abaixo da Bélgica. (Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/pesquisa-do-ipea-relaciona-dinheiro-com-felicidade/)

       O que o IPEA está mostrando nessa pesquisa, é que o dinheiro está diretamente ligado ao grau de felicidade que a pessoa tem. Mas…, por incrível que pareça, algo que contradiz a pesquisa, é que a região do Brasil mais feliz, é o Nordeste! Nordeste onde os salários não estão entre os melhores, onde o índice de desemprego é maior do que nas outras regiões, onde o grau de escolaridade é o mais baixo do país, onde existe a seca e algumas outras coisas que castigam aquela região. Mas o brasileiro do Nordeste é o brasileiro mais feliz.
       E aí? O que isso diz para mim e para você? É o dinheiro que vai ditar a nossa felicidade? Tenho a plena certeza que não! Até porque os 15 países que estão na frente do Brasil em felicidade, não estão entre os 15 países mais ricos do mundo. Mas Jesus já alertava: “A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui”. Evangelho de São Lucas, Capítulo 12, versículo 15.
Colaboração: Carlos, Ipatinga-MG