E agora? Dei um voto de confiança e a pessoa pisou na bola…

“Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: ‘Segue-me!'” Este texto lido em destaque é o versículo 9, do capítulo 9 do evangelho de São Mateus. Jesus deu a Mateus um voto de confiança. Sim, pois ele era cobrador de impostos. Um homem publicamente reconhecido pecador, odiado por todos, alguém que ninguém gostaria de ter por perto. Jesus chama este homem, não pergunta nada, nem lhe dá um sermão do tipo: “olha, te dei uma oportunidade, vê se não pisa na bola”. Simplesmente Jesus lhe diz: “Segue-me!” E graças a essa postura de Jesus, Mateus tornou-se apóstolo, escreveu o evangelho e foi santo.

A história de Mateus mostra que as pessoas precisam de oportunidade, de um voto de confiança. Erro grave é ficar constantemente “jogando na cara” do outro o erro que ele fez. Ou dando sermões como já citado acima: “olha, te dei uma oportunidade, vê se não pisa na bola”. E o pior é quando ao darmos um voto de confiança, a pessoa “pisa na bola” e nos arrependemos do que fizemos de bom; daí nos fechamos e dizemos: “Tá vendo, essa pessoa não presta, não vai mudar nunca, pau que nasce torto morre torto…”

Há o risco de darmos uma oportunidade, um voto de confiança e a pessoa quebrar? Sim! Claro que há. Mas o importante é fazer a sua parte. Esse é o verdadeiro amor. Amor gratuito. Sem esperar nada. Amor que promove o outro. Quem ama assim dará sempre um voto de confiança ao outro. E o melhor: Jamais se decepcionará.

Edson Oliveira

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