Faz diferença o que fazemos?

Em uma de suas parábolas, no evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículos 31 e 32 Jesus fez a seguinte comparação: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”. De fato, as coisas de Deus, as coisas boas que se faz não dão “audiência”, não dão “ibope”, o mundo não valoriza. E por isso, corremos o risco de achar que o bem não vale a pena ou desanimarmos em sua prática.

Madre Teresa de Calcutá dizia que “por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota”. Aquilo que é certo, as coisas boas, o correto… Precisa ser feito, ainda que sem reconhecimento, ainda que não valorizado e mesmo que ninguém fique sabendo. Porque o que importa na prática do bem, num gesto de amor, num sorriso que sai mesmo de um coração sofrido é que quem age assim faz a diferença; quem não age dessa forma, simplesmente passa por este mundo.

Portanto, faça. Ainda que coisas pequenas. Ainda que não vejam…

Edson Oliveira

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