Gestos e ritos precisam nos transformar interiormente

O evangelista São Lucas, no capítulo 11, versículos 37 e 38, nos conta que um dia, “enquanto Jesus falava, um fariseu convidou-o para jantar com ele. Jesus entrou e pôs-se à mesa. O fariseu ficou admirado ao ver que Jesus não tivesse lavado as mãos antes da refeição”. Tal admiração do fariseu, diante do fato de Jesus não lavar as mãos antes da refeição, mostra claramente um homem preocupado com gestos externos, uma religiosidade simplesmente de ritos.

Os gestos e os ritos são importantes: Se deslocar de casa para ir à Igreja, ir a um evento religioso, fazer leituras bíblicas ou de bons livros… Mas todo e qualquer gesto e rito, precisam nos questionar, precisam que, diante deles façamos propósitos de mudanças concretas. Caso contrário, serão simplesmente gestos e ritos.

Diante da atitude crítica daquele fariseu, Jesus lhe disse: “Vós, fariseus, limpais o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades”. E todos nós corremos esse risco: Fazermos gestos e ritos exteriores e não termos o interior transformado. Irmos a uma Missa e ao sair nem lembrarmos qual foi o evangelho lido. E o certo seria sair da Missa pelo menos meditando o que Deus falou e cientes que, com a Eucaristia recebida, vem a força para viver a Palavra.

Edson Oliveira

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