Por mais que o ser humano avance em seus feitos e realizações, o que ele é em essência, jamais se manifestará por vontade própria. E se não buscar essa revelação do que deve ser em essência, haverá sempre um vazio, uma frustração, algo que faltará. Sobre isso, São João em sua primeira carta, no capítulo 3, versículo 2, diz o seguinte: “Caríssimos, desde agora somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que havemos de ser. Sabemos que, quando isto se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porquanto o veremos como ele é”.

Observe que São João diz que não se manifestou ainda o que havemos de ser”. E o que havemos ser? São João também responde nos dizendo que seremos semelhantes a Deus”. Ele não diz que seremos deuses, mas semelhantes a Deus. Sim, como no dito popular: “filho de peixe, peixinho é” – diz-se isso de um filho semelhante ao pai, quer fisicamente, no comportamento ou em atitudes.

Se não nos aproximarmos de Deus, convivendo com Ele, nos inteirando dos Seus sonhos e projetos, jamais tocaremos na essência do que devemos ser. haverá sempre um vazio, uma frustração. Seremos pessoas que teremos tudo, mas com uma sensação de que falta algo.

Edson Oliveira

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