Na segunda carta aos coríntios, capítulo 6, versículo 3, São Paulo fala que não damos a ninguém nenhum motivo de escândalo, para que o nosso ministério não seja desacreditado. Escândalo é algo terrível. Ele não somente trás grande vergonha a quem o provoca, mas também, atinge aquilo que o envolve: sua história, amigos, família, instituição que tenha algum vínculo…

Escândalo é, segundo o google pesquisa, um “fato ou acontecimento que contraria e ofende sentimentos, crenças ou convenções morais, sociais ou religiosas estabelecidas”. Portanto, escândalo não se limita como muitos pretendem à área sexual (o que também é); mas ser motivo de escândalo é ir contra, ofender sentimentos, determinações que estão pré estabelecidas. Ora, se estão pré estabelecidas, antes de ser causa de escândalo, deve a pessoa incitada a descumprir tais determinações, corrigir-se, buscar ajuda e não permitir que aquilo que o seduz, não o torne alguém praticante de escândalo, sob pena de além de tornar-se vergonha, venha a envergonhar aqueles que estão à sua volta ou de alguma forma a ele estão vinculados.

Não por acaso, o próprio Jesus no evangelho de São Mateus, capítulo 18 versículo 7, diz: “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!”

Edson Oliveira

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