Seria tão salutar, convivermos uns com os outros, sem interesses.

No salmo 102, diz o salmista: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de Seus favores!” Aqui encontramos alguém que tem o coração largamente agradecido a Deus e ao mesmo tempo, alguém que reza por si mesmo, a fim de que, não seja ingrato nos momentos de penúria, mas ao contrário, que recorde o tempo da abundância, e nesse recordar, agradeça a Deus por Seus benefícios. Se tal atitude acontece em termos espirituais, assim deveria ser no no plano material também.

É muito triste e infelizmente comum, encontramos pessoas que são amigos de ocasião (quando tudo está bem, quando o outro está feliz, tratando com cordialidade). Também existem os amigos por interesse (quando o outro tem algo a me oferecer – seja material ou não). E ainda há aqueles que são amigos por conveniência (porque aquela amizade me trará status ou é uma ponte para atingir algum objetivo).

Seria tão salutar, convivermos uns com os outros, sem interesses. Termos um coração agradecido por aquilo que aquela pessoa é ou foi. E além disso, termos a maturidade de nos momentos em que o outro não tem o que nos oferecer, recordando os bons tempos, não desistir desta pessoa – a menos que seja um ato deliberado da parte dela e depois de muitas tentaivas de manter a amizade.

Edson Oliveira

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