Deveriam os Cristãos se levantarem e contagiarem os diversos setores da sociedade, sobretudo a política.

“No dia seguinte dirigiu-se Jesus a uma cidade chamada Naim. Iam com ele diversos discípulos e muito povo. Ao chegar perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto a ser sepultado, filho único de uma viúva; acompanhava-a muita gente da cidade. Vendo-a o Senhor, movido de compaixão para com ela, disse-lhe: Não chores! E aproximando-se, tocou no esquife, e os que o levavam pararam. Disse Jesus: Moço, eu te ordeno, levanta-te. Sentou-se o que estivera morto e começou a falar, e Jesus entregou-o à sua mãe. Apoderou-se de todos o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta surgiu entre nós: Deus voltou os olhos para o seu povo. A notícia deste fato correu por toda a Judéia e por toda a circunvizinhança”. Lucas 7, 11-17

A multidão dos que estavam com Jesus contagia a multidão que estava com a viúva. Prova disso é o desfecho dessa história quando diz que “glorificavam a Deus dizendo: ‘um grande profeta surgiu entre nós – Deus voltou os olhos para o Seu povo'”.

Em nossos dias não é diferente: existe uma multidão de Cristãos, de pessoas que creem e seguem Jesus; e também uma multidão que não crê e não O segue. Esta multidão que crê e segue Jesus, a exemplo da multidão do evangelho citado acima, deveria contagiar a outra multidão. Deveriam os Cristãos, se levantarem nos diversos setores da sociedade, sobretudo na política, não por proselitismo ou alienação partidária, mas para que o bem vença o mal, a corrupção dê lugar a seriedade no serviço público, o descaso dê lugar e voz aos mais carentes de serviços, como segurança, saúde, transporte… como pede o Papa Francisco ao dizer que “os cristãos devem se meter na política e não lavar as mãos, como fez Pôncio Pilatos”. 

Edson Oliveira

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