Amar é decisão, um ato da razão.

São João ao falar de amor, não deixa opção ao dizer que, “temos de Deus este mandamento: o que amar a Deus, ame também a seu irmão” – 1 João 4, 21. Pois segundo o próprio João, “se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê”. 1 João 4, 20. De fato, é uma questão de lógica, pois é muito mais fácil amar algo que vemos e tocamos.

Quando nosso coração dispara diante de alguém que nos atraiu, isso é sensibilidade, ainda não é amor. Perder o controle e se entregar a alguém é fraqueza, ainda não é amor. Se encantar com alguém inteligente, impressionar-se com a carreira da pessoa, querer estar perto o tempo inteiro, ainda não é amor; tudo isso é admiração.

Ao final das contas o que é amor? Amar é, de forma livre e consciente, dar-se a alguém, completar o outro, contribuindo para o seu crescimento. Isso não é um impulso do coração e sim, uma decisão. Sim, amar é decisão, um ato da razão. E isso se aprende com o tempo; na maioria das vezes com suor e lágrimas.

Edson Oliveira

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