A bênção da obediência.

Saul ao ser ungido como rei de Israel, recebeu uma ordem de Deus através do profeta Samuel: “Vai, pois, fere Amalec e vota ao interdito tudo o que lhe pertence, sem nada poupar: matarás homens e mulheres, crianças e meninos de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos” (1 Samuel 15, 3). “Mas Saul e seus homens pouparam a Agag assim como o melhor do rebanho miúdo e do grande, os animais cevados e os cordeiros, e tudo o que havia de melhor; não quiseram votá-los ao interdito. Só exterminaram o que era ordinário e sem valor”. (1 Samuel 15, 9). Por conta disso, “O Senhor disse a Samuel: Arrependo-me de ter feito rei a Saul; ele se desviou de mim e não executou as minhas ordens”. (1 Samuel 15, 10-11a). Samuel então, vai ao encontro de Saul e lhe diz: “O Senhor te havia dado uma ordem, e te havia dito que votasses ao interdito esses pecadores, os amalecitas, combatendo-os até o completo extermínio. Por que não ouviste a sua voz?” Por que te lançaste sobre os despojos fazendo o mal aos olhos do Senhor?”. (1 Samuel 15, 18-19).

Saul perde assim a realeza por conta da desobediência. Desobedecer é o mesmo que se recusar a aceitar regras, ordens, leis, prescrições… No caso de Saul, ele recusou – se a fazer como Deus lhe pediu que fosse feito: “Vai, pois, fere Amalec e vota ao interdito tudo o que lhe pertence, sem nada poupar: matarás homens e mulheres, crianças e meninos de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos” (1 Samuel 15, 3). Também em nosso dia a dia temos regras e estas precisam ser seguidas na família, no trabalho, na Igreja, na vida em sociedade como um todo. Não obedecer as regras, pode atrair sobre nós penas que variam desde perder uma amizade, um emprego, até mesmo perder a vida ou tirar a vida de alguém, como no caso de alguém que dirige acima da velocidade ou embriagado.

Certa vez, questionado sobre pagar ou não impostos, Jesus responde sabiamente: “Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. Mateus 22, 21. Sigamos esse exemplo, ainda que não concordemos em dar algo a “César”.

Edson Oliveira

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