Clamemos o Espírito Santo para não “murcharmos” como uma planta sem água.

O capítulo 47 do livro do profeta Ezequiel, nos fala de uma água que escorria do lado direito do templo de Deus e que “ao longo da torrente, em cada uma de suas margens, crescerão árvores frutíferas de toda espécie, e sua folhagem não murchará, e não cessarão jamais de dar frutos: todos os meses frutos novos, porque essas águas vêm do santuário. Seus frutos serão comestíveis e suas folhas servirão de remédio”. Ezequiel 47, 12

Esta água da profecia de Ezequiel, prefigura a Água Viva que Jesus promete à mulher samaritana que Ele encontrou no poço de Jacó, citada no evangelho de São João, capítulo 4, versículo 14: “mas o que beber da água que eu lhe der jamais terá sede. Mas a água que eu lhe der virá a ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna”. E no mesmo evangelho de São João, capítulo 7, versículos 38 e 39, Ele diz: “Quem crê em mim, como diz a Escritura: Do seu interior manarão rios de água viva (Zc 14,8; Is 58,11). Dizia isso, referindo-se ao Espírito que haviam de receber os que cressem nele, pois ainda não fora dado o Espírito, visto que Jesus ainda não tinha sido glorificado”.

Sendo assim, esta água é o Espírito Santo. É Ele quem nos capacita a produzir frutos, “todos os meses frutos novos“. Peçamos ao Espírito Santo que produzamos frutos novos, mesmo neste tempo, nestes meses difíceis com essa pandemia do coronavírus. sim, clamemos o Espírito Santo para não “murcharmos” como uma planta sem água.

Repita muitas vezes: Espírito Santo, FAZ o que eu não posso fazer; VAI onde eu não posso ir; CUIDE das coisas e das pessoas que eu não posso cuidar! Amém!

Edson Oliveira

DEIXE SEU COMENTÁRIO!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *