Quando amamos o que fazemos ou o que queremos fazer, obstáculo vira motivação.

“Eis o que diz a noiva: Em meu leito, durante a noite, busquei o amor de minha vida: procurei-o, e não o encontrei. Vou levantar-me e percorrer a cidade, procurando pelas ruas e praças, o amor de minha vida: procurei-o, e não o encontrei. Encontraram-me os guardas que faziam a ronda pela cidade. ‘Vistes porventura o amor de minha vida?’ E logo que passei por eles, encontrei o amor de minha vida”. Cântico dos cânticos 3, 1-4

O texto acima mostra a saga de uma noiva em busca do amor da sua vida. Ela acorda a noite e não vendo-o a seu lado, sai de casa sozinha mesmo correndo riscos por ser noite; não o encontra nas ruas, nem nas praças, a aflição aumenta. Ao ver os guardas que faziam ronda, pergunta se o viram e diante da negativa segue sua saga, até que enfim o encontra e respirando aliviada, exclama: “encontrei o amor de minha vida”.

A noiva encontra o amor de sua vida por acreditar que ele era de fato o amor de sua vida. Isso a faz agir com determinação, correr riscos e não questionar o por que de seu sumiço na madrugada. Quando amamos o que fazemos ou o que queremos fazer, obstáculo vira motivação e correr riscos é uma opção que não nos trava, pois o desejo por aquilo que queremos age como impulsionamento para a conquista.

Se aquilo que você quer não lhe impõe determinação e coragem suficiente para se arriscar, é porque nem você está convencido; e se não há convencimento, não vale apena insistir, pois ainda não é “o amor de sua vida”.

Edson Oliveira

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