fazer da vida uma oração

“Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra. Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: ‘Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!’ O Senhor, porém, lhe respondeu: ‘Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada’”. Lucas 10, 38-42

Marta não era uma obcecada por limpeza e Maria não era uma preguiçosa. Marta apenas gostava de acolher bem e buscava dar o melhor de si a quem acolhia em sua casa. Maria também era acolhedora e se doava plenamente àqueles que a ela se achegavam.

Marta apenas precisava descobrir na ação a contemplação, tornando sua ação uma oração, como observa o Catecismo da Igreja Católica em seu parágrafo 2743: «É possível, mesmo no mercado ou durante um passeio solitário, fazer oração frequente e fervorosa; sentados na vossa loja, a tratar de compras e vendas, até mesmo a cozinhar» CIC 2743.

Edson Oliveira

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