Quaresma: Tempo das boas obras

“Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles” – Mateus 6, 1a.

Para os judeus, as boas obras eram a esmola, a oração e o jejum. Praticá-las, era tornar-se justo; ou seja, alguém em plena conformidade com a vontade de Deus, que atingiu a santidade. Diante disso, surgiram os excessos, como por exemplo, o orgulho, por praticar estas boas obras, acompanhado da necessidade de mostrá-las, como numa disputa – uma competição para ver quem de fato, as praticava.

Jesus não é contra a prática das boas obras. Apenas sinaliza, que estas ao serem praticadas, não carecem de holofote, pois mostrá-las, é tornar-se o centro das atenções. É atribuir a si, a Glória que é devida a Deus.

A esmola, a oração e o jejum, só nos aproximam de Deus quando feitos na retidão do coração, onde Deus ali está para ser louvado e glorificado, sem necessidade de que alguém o saiba.

Edson Oliveira

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